Cifonauta banco de imagens de biologia marinha
Tour:

Baía do Araçá RSS

Caranguejo-aranha
Caranguejo-aranha
O caranguejo-aranha possui pernas muito longas e finas, corpo triangular e e estreito anteriormente, formando um rostro.

Caranguejo-aranha

O caranguejo-aranha possui pernas muito longas e finas, corpo triangular e e estreito anteriormente, formando um rostro.

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Stenorhynchus seticornis
Tamanho: 10 - 100 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: manguezal, adulto, bentônico, costão rochoso
Bivalves
Bivalves

Bivalves

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Chione
Tamanho: 1,0 - 10 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: macrofotografia, adulto, bentônico, praia
Hidróide
Hidróide
Colônia crescendo sobre alga parda.

Hidróide

Colônia crescendo sobre alga parda.

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxons: Dynamena disticha, Sargassum
Tamanho: 1,0 - 10 mm
Local: Ponta do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: campo escuro, cebimar-usp, bentônico, epibionte, costão rochoso
Pepino-do-mar
Pepino-do-mar
Exemplar adulto em vista dorsal.

Pepino-do-mar

Exemplar adulto em vista dorsal.

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Holothuria grisea
Tamanho: 10 - 100 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: macrofotografia, cebimar-usp, adulto, bentônico, epifauna
Molusco nudibrânquio
Molusco nudibrânquio

Molusco nudibrânquio

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Doris verrucosa
Tamanho: 10 - 100 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: macrofotografia, cebimar-usp, adulto, bentônico, costão rochoso
Molusco opistobrânquio sobre briozoário
Molusco opistobrânquio sobre briozoário

Molusco opistobrânquio sobre briozoário

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Aplysia brasiliana
Tamanho: 1,0 - 10 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: campo escuro, cebimar-usp, adulto, bentônico, epibionte, costão rochoso
Poliqueta silídeo
Poliqueta silídeo
.

Poliqueta silídeo

.

Autores: Alvaro E. Migotto, Maikon Di Domenico
Táxon: Eurinaceusyllis subterranea
Tamanho: 0,1 - 1,0 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: entremarés, campo escuro, cebimar-usp, bentônico, substrato inconsolidado, meiofauna
Marcas do bivalve Macoma em sedimento arenolamoso
na região entremarés
Marcas do bivalve Macoma em sedimento arenolamoso na região entremarés
Orifício por onde passa o sifão inalante do bivalve e marcas deixadas no sedimento quando da retração do sifão.

Marcas do bivalve Macoma em sedimento arenolamoso na região entremarés

Orifício por onde passa o sifão inalante do bivalve e marcas deixadas no sedimento quando da retração do sifão.

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Macoma constricta
Tamanho: 10 - 100 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: entremarés, macrofotografia, adulto, bentônico, macrofauna, substrato inconsolidado
Caracol-da-folha sobre tronco do mangue-branco
Caracol-da-folha sobre tronco do mangue-branco

Caracol-da-folha sobre tronco do mangue-branco

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Littorina angulifera
Tamanho: 10 - 100 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: manguezal, entremarés, substrato consolidado, macrofotografia, adulto, bentônico
Equiúrido
Equiúrido
Os equiúridos são invertebrados marinhos bentônicos não segmentados, com corpo em forma de bastão ou pêra e probóscide não retrátil. Na região ventral anterior, ocorre sempre um par de cerdas ou ganchos diminutos. Habitam fundos inconsolidados ou consolidados, construindo galerias revestidas internamente com muco. Atualmente há fortes evidências de que os Echiura são de fato anelídeos.

Equiúrido

Os equiúridos são invertebrados marinhos bentônicos não segmentados, com corpo em forma de bastão ou pêra e probóscide não retrátil. Na região ventral anterior, ocorre sempre um par de cerdas ou ganchos diminutos. Habitam fundos inconsolidados ou consolidados, construindo galerias revestidas internamente com muco. Atualmente há fortes evidências de que os Echiura são de fato anelídeos.

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Lissomyema exilii
Tamanho: 10 - 100 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: entremarés, macrofotografia, cebimar-usp, adulto, bentônico, substrato inconsolidado
Garça
Garça

Garça

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Ardeidae
Tamanho: >100 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: manguezal, praia
Caramujo
Caramujo
Littoraria flava ocorre frequentemente em costões rochosos próximos a estuários e manguezais. É uma espécie dioica e ovovivípara, possuindo um ciclo de vida com uma fase larval planctônica e uma adulta sedentária. Na baía do Araçá ocorre usualmente em grandes agregados sobre as rochas e raízes do manguezal.

Caramujo

Littoraria flava ocorre frequentemente em costões rochosos próximos a estuários e manguezais. É uma espécie dioica e ovovivípara, possuindo um ciclo de vida com uma fase larval planctônica e uma adulta sedentária. Na baía do Araçá ocorre usualmente em grandes agregados sobre as rochas e raízes do manguezal.

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Littorina flava
Tamanho: 1,0 - 10 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: manguezal, macrofotografia, adulto, bentônico, costão rochoso
Esponja do mar
Esponja do mar

Esponja do mar

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Porifera
Tamanho: 10 - 100 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: cebimar-usp, bentônico, costão rochoso
Hidróide
Hidróide
Dynamena crisioides é uma das espécies diminutas de invertebrados que habitam a região entremarés e suportam a exposição ao ar e ao sol durante as marés baixas.

Hidróide

Dynamena crisioides é uma das espécies diminutas de invertebrados que habitam a região entremarés e suportam a exposição ao ar e ao sol durante as marés baixas.

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Dynamena crisioides
Tamanho: 1,0 - 10 mm
Local: Ponta do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: entremarés, macrofotografia, cebimar-usp, bentônico, costão rochoso
Hidróide
Hidróide
Gonotecas, 60x.

Hidróide

Gonotecas, 60x.

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Sertularia marginata
Tamanho: 10 - 100 mm
Local: Ponta do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: mev, cebimar-usp, bentônico, costão rochoso
Caramujo
Caramujo

Caramujo

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Neritina virginea
Tamanho: 1,0 - 10 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: entremarés, macrofotografia, adulto, bentônico, macrofauna, substrato inconsolidado
Caramujo
Caramujo
.

Caramujo

.

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Neritina virginea
Tamanho: 1,0 - 10 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: entremarés, macrofotografia, adulto, bentônico, macrofauna, substrato inconsolidado
Caramujo
Caramujo
.

Caramujo

.

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Neritina virginea
Tamanho: 1,0 - 10 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: entremarés, macrofotografia, adulto, bentônico, macrofauna, substrato inconsolidado
Caramujo
Caramujo

Caramujo

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Nassarius vibex
Tamanho: 10 - 100 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: entremarés, macrofotografia, adulto, bentônico, macrofauna, substrato inconsolidado
Gavião-carcará
Gavião-carcará
Gavião-carcará é um predador generalista. No litoral de São Sebastião é visto alimentando-se de caranguejos e outros invertebrados marinhos.

Gavião-carcará

Gavião-carcará é um predador generalista. No litoral de São Sebastião é visto alimentando-se de caranguejos e outros invertebrados marinhos.

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Caracara plancus
Tamanho: >100 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: manguezal, praia
Molusco nudibrânchio
Molusco nudibrânchio
.

Molusco nudibrânchio

.

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Trapania
Tamanho: 1,0 - 10 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: campo escuro, adulto, bentônico, costão rochoso
Verme-de-fogo
Verme-de-fogo
As grandes e numerosas cerdas brancas do verme-de-fogo podem causar irritação na pele. São animais bentônicos, que vivem em locais rasos, sob pedras ou entre outros organismos. .

Verme-de-fogo

As grandes e numerosas cerdas brancas do verme-de-fogo podem causar irritação na pele. São animais bentônicos, que vivem em locais rasos, sob pedras ou entre outros organismos. .

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Eurythoe complanata
Tamanho: 10 - 100 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: infauna, cebimar-usp, adulto, bentônico
Briozoário
Briozoário
Zoobotryum é comum no litoral norte de São Paulo, sobretudo em regiões portuárias e abrigadas. Forma colônias arborecentes longas e esbranquiçadas, que mais se parecem com algas. Tem sido considerada uma espécie invasora em várias partes do mundo.

Briozoário

Zoobotryum é comum no litoral norte de São Paulo, sobretudo em regiões portuárias e abrigadas. Forma colônias arborecentes longas e esbranquiçadas, que mais se parecem com algas. Tem sido considerada uma espécie invasora em várias partes do mundo.

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Zoobotryon verticillatum
Tamanho: 10 - 100 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: manguezal, bentônico, costão rochoso, praia
Entoprocto
Entoprocto
Os Entoprocta (=Kamptozoa) compreendem um filo de animais invertebrados sésseis, coloniais ou solitários, um dos grupos menos conhecidos do Reino animal e de posição filogenética obscura e controversa. Cerca de 180 espécies foram descritas mundialmente. Pequenos, transparentes e de hábitos crípticos, os entoproctos passam geralmente despercebidos, embora sejam relativamente comuns em substratos consolidados, como rochas, seixos, corais, conchas e algas, sendo comensais de muitas espécies de invertebrados, como esponjas, poliquetas, sipuncúlidos. São frequentemente encontrados dentro dos tubos e galerias de seus hospedeiros. Eles são muito parecidos com alguns briozoários e hidrozoários pelo aspecto geral e hábito. Os indivíduos são formados basicamente por uma região distal superior, denominada cálice e que possui uma coroa de tentáculos ciliados, e uma haste denominada pedúnculo, na qual o cálice é sustentado; o pedúnculo pode ser preso diretamente ao substrato através de uma estrutura dilatada, denominada pé e característico das espécies solitárias, ou através de estolões nas espécies coloniais.

Entoprocto

Os Entoprocta (=Kamptozoa) compreendem um filo de animais invertebrados sésseis, coloniais ou solitários, um dos grupos menos conhecidos do Reino animal e de posição filogenética obscura e controversa. Cerca de 180 espécies foram descritas mundialmente. Pequenos, transparentes e de hábitos crípticos, os entoproctos passam geralmente despercebidos, embora sejam relativamente comuns em substratos consolidados, como rochas, seixos, corais, conchas e algas, sendo comensais de muitas espécies de invertebrados, como esponjas, poliquetas, sipuncúlidos. São frequentemente encontrados dentro dos tubos e galerias de seus hospedeiros. Eles são muito parecidos com alguns briozoários e hidrozoários pelo aspecto geral e hábito. Os indivíduos são formados basicamente por uma região distal superior, denominada cálice e que possui uma coroa de tentáculos ciliados, e uma haste denominada pedúnculo, na qual o cálice é sustentado; o pedúnculo pode ser preso diretamente ao substrato através de uma estrutura dilatada, denominada pé e característico das espécies solitárias, ou através de estolões nas espécies coloniais.

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Barentsia capitata
Tamanho: 0,1 - 1,0 mm
Local: Praia de Barequeçaba, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: campo escuro, cebimar-usp, adulto, bentônico, epibionte, costão rochoso
Gastrópode
Gastrópode
O pequeno caramujo Olivella minuta pode formar populações densas em sedimento arenoso ou areno-lamoso. Conforme se locomove, deixa seu rastro típico durante as marés baixas.

Gastrópode

O pequeno caramujo Olivella minuta pode formar populações densas em sedimento arenoso ou areno-lamoso. Conforme se locomove, deixa seu rastro típico durante as marés baixas.

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Olivella minuta
Tamanho: 1,0 - 10 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: infauna, manguezal, adulto, bentônico, praia
Oligoqueta
Oligoqueta
.

Oligoqueta

.

Autores: Alvaro E. Migotto, Fabiane Gallucci, Gustavo Fonseca, Maikon Di Domenico
Táxon: Oligochaeta
Tamanho: 0,1 - 1,0 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: dic, entremarés, cebimar-usp, bentônico, substrato inconsolidado, meiofauna
Quinorrinco
Quinorrinco
.

Quinorrinco

.

Autores: Alvaro E. Migotto, Fabiane Gallucci, Gustavo Fonseca, Maikon Di Domenico
Táxon: Kinorhyncha
Tamanho: 0,1 - 1,0 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: entremarés, cebimar-usp, bentônico, substrato inconsolidado, meiofauna
Talha-mar
Talha-mar
O talha-mar, também conhecido como corta-água ou corta-mar, pesca geralmente durante o crepúsculo, voando muito próximo à água, com a parte inferior do bico cortando a superfície da água.

Talha-mar

O talha-mar, também conhecido como corta-água ou corta-mar, pesca geralmente durante o crepúsculo, voando muito próximo à água, com a parte inferior do bico cortando a superfície da água.

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Rynchops niger
Tamanho: >100 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: manguezal, praia
Pico de São Sebastião
Pico de São Sebastião
Vista da região central do Canal de São Sebastião e Baía do Araçá.

Pico de São Sebastião

Vista da região central do Canal de São Sebastião e Baía do Araçá.

Autor: Alvaro E. Migotto
Local: Pico de São Sebastião, Ilhabela, SP, Brasil
Marcador: paisagem
Molusco nudibrânquio sobre alga parda
Molusco nudibrânquio sobre alga parda

Molusco nudibrânquio sobre alga parda

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Polycerella
Tamanho: 1,0 - 10 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: campo escuro, cebimar-usp, adulto, bentônico, epibionte, costão rochoso
Verme-de-fogo
Verme-de-fogo
As grandes e numerosas cerdas brancas do verme-de-fogo podem causar irritação na pele. São animais bentônicos, que vivem em locais rasos, sob pedras ou entre outros organismos. .

Verme-de-fogo

As grandes e numerosas cerdas brancas do verme-de-fogo podem causar irritação na pele. São animais bentônicos, que vivem em locais rasos, sob pedras ou entre outros organismos. .

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Eurythoe complanata
Tamanho: 10 - 100 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: infauna, cebimar-usp, adulto, bentônico
Ofiuróide
Ofiuróide

Ofiuróide

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Ophiothrix
Tamanho: 10 - 100 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: campo escuro, cebimar-usp, adulto, bentônico, substrato inconsolidado
Molusco opistobrânquio sobre alga parda
Molusco opistobrânquio sobre alga parda

Molusco opistobrânquio sobre alga parda

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxons: Aplysia brasiliana, Dictyotaceae
Tamanho: 1,0 - 10 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: cebimar-usp, costão rochoso, campo escuro, bentônico, adulto, epibionte
Molusco nudibrânquio
Molusco nudibrânquio

Molusco nudibrânquio

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Doris kyolis
Tamanho: 10 - 100 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: macrofotografia, cebimar-usp, adulto, bentônico, epibionte, costão rochoso
Entoprocto
Entoprocto
Os Entoprocta (=Kamptozoa) compreendem um filo de animais invertebrados sésseis, coloniais ou solitários, um dos grupos menos conhecidos do Reino animal e de posição filogenética obscura e controversa. Cerca de 180 espécies foram descritas mundialmente. Pequenos, transparentes e de hábitos crípticos, os entoproctos passam geralmente despercebidos, embora sejam relativamente comuns em substratos consolidados, como rochas, seixos, corais, conchas e algas, sendo comensais de muitas espécies de invertebrados, como esponjas, poliquetas, sipuncúlidos. São frequentemente encontrados dentro dos tubos e galerias de seus hospedeiros. Eles são muito parecidos com alguns briozoários e hidrozoários pelo aspecto geral e hábito. Os indivíduos são formados basicamente por uma região distal superior, denominada cálice e que possui uma coroa de tentáculos ciliados, e uma haste denominada pedúnculo, na qual o cálice é sustentado; o pedúnculo pode ser preso diretamente ao substrato através de uma estrutura dilatada, denominada pé e característico das espécies solitárias, ou através de estolões nas espécies coloniais.

Entoprocto

Os Entoprocta (=Kamptozoa) compreendem um filo de animais invertebrados sésseis, coloniais ou solitários, um dos grupos menos conhecidos do Reino animal e de posição filogenética obscura e controversa. Cerca de 180 espécies foram descritas mundialmente. Pequenos, transparentes e de hábitos crípticos, os entoproctos passam geralmente despercebidos, embora sejam relativamente comuns em substratos consolidados, como rochas, seixos, corais, conchas e algas, sendo comensais de muitas espécies de invertebrados, como esponjas, poliquetas, sipuncúlidos. São frequentemente encontrados dentro dos tubos e galerias de seus hospedeiros. Eles são muito parecidos com alguns briozoários e hidrozoários pelo aspecto geral e hábito. Os indivíduos são formados basicamente por uma região distal superior, denominada cálice e que possui uma coroa de tentáculos ciliados, e uma haste denominada pedúnculo, na qual o cálice é sustentado; o pedúnculo pode ser preso diretamente ao substrato através de uma estrutura dilatada, denominada pé e característico das espécies solitárias, ou através de estolões nas espécies coloniais.

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Barentsia discreta
Tamanho: 0,1 - 1,0 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: campo escuro, cebimar-usp, adulto, bentônico, epibionte, costão rochoso
Briozoário
Briozoário

Briozoário

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Beania klugei
Tamanho: 1,0 - 10 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: campo escuro, cebimar-usp, adulto, bentônico
Bivalve
Bivalve

Bivalve

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Macoma constricta
Tamanho: 10 - 100 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: entremarés, macrofotografia, adulto, bentônico, macrofauna, substrato inconsolidado
Poliqueta de escama - detalhe de uma escama
Poliqueta de escama - detalhe de uma escama

Poliqueta de escama - detalhe de uma escama

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Polynoidae
Tamanho: 1,0 - 10 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: entremarés, substrato consolidado, campo escuro, cebimar-usp, adulto, bentônico, costão rochoso, macrofauna
Poliqueta de escama
Poliqueta de escama

Poliqueta de escama

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Polynoidae
Tamanho: 1,0 - 10 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: entremarés, substrato consolidado, macrofotografia, cebimar-usp, adulto, bentônico, costão rochoso, macrofauna
Poliqueta tubícola
Poliqueta tubícola

Poliqueta tubícola

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Diopatra aciculata
Tamanho: 10 - 100 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: entremarés, macrofotografia, cebimar-usp, adulto, bentônico, macrofauna, substrato inconsolidado
Poliqueta
Poliqueta

Poliqueta

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxons: Zoobotryon verticillatum, Chaetopterus
Tamanho: 10 - 100 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: entremarés, macrofotografia, cebimar-usp, bentônico, macrofauna, substrato inconsolidado
Renilla
Renilla
Este estranho animal- na verdade uma colônia de pólipos - é comum na região entremares, podendo estar parcialmente ou totalmente coberto por sedimento durante a maré baixa.

Renilla

Este estranho animal- na verdade uma colônia de pólipos - é comum na região entremares, podendo estar parcialmente ou totalmente coberto por sedimento durante a maré baixa.

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Renilla reniformis
Tamanho: 10 - 100 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: manguezal, bentônico, praia
Pico de São Sebastião
Pico de São Sebastião
Vista da região central do Canal de São Sebastião e Baía do Araçá.

Pico de São Sebastião

Vista da região central do Canal de São Sebastião e Baía do Araçá.

Autor: Alvaro E. Migotto
Local: Pico de São Sebastião, Ilhabela, SP, Brasil
Marcador: paisagem
Lepas
Lepas
As lepas são crustáceos cirrípedes como as cracas, distinguindo-se destas pela presença de um pedúnculo que as fixa a objetos flutuantes ou animais pelágicos.

Lepas

As lepas são crustáceos cirrípedes como as cracas, distinguindo-se destas pela presença de um pedúnculo que as fixa a objetos flutuantes ou animais pelágicos.

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Lepas
Tamanho: 10 - 100 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcador: praia
Poliqueta tubícola
Poliqueta tubícola
Tubo do poliqueta Diopatra em sedimento areno-lamoso na região entremarés.

Poliqueta tubícola

Tubo do poliqueta Diopatra em sedimento areno-lamoso na região entremarés.

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Diopatra
Tamanho: 10 - 100 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: macrofotografia, adulto, bentônico, praia
Molusco nudibrânquio
Molusco nudibrânquio
O gastrópodo Lamellaria mopsicolor utiliza ascídias da família Didemnidae como alimento e também como local para incubar seus ovos. Eles sempre mimetizam a cor da ascídia hospedeira.

Molusco nudibrânquio

O gastrópodo Lamellaria mopsicolor utiliza ascídias da família Didemnidae como alimento e também como local para incubar seus ovos. Eles sempre mimetizam a cor da ascídia hospedeira.

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Lamellaria mopsicolor
Tamanho: 10 - 100 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: campo escuro, simbiose, macrofotografia, cebimar-usp, adulto, bentônico
Molusco opistobrânquio
Molusco opistobrânquio

Molusco opistobrânquio

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Aplysia brasiliana
Tamanho: 1,0 - 10 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: cebimar-usp, costão rochoso, campo escuro, bentônico, adulto, epibionte
Molusco nudibrânquio
Molusco nudibrânquio

Molusco nudibrânquio

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Spurilla neapolitana
Tamanho: 10 - 100 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: cebimar-usp, adulto, bentônico, costão rochoso, macrofauna
Entoprocto
Entoprocto
Os Entoprocta (=Kamptozoa) compreendem um filo de animais invertebrados sésseis, coloniais ou solitários, um dos grupos menos conhecidos do Reino animal e de posição filogenética obscura e controversa. Cerca de 180 espécies foram descritas mundialmente. Pequenos, transparentes e de hábitos crípticos, os entoproctos passam geralmente despercebidos, embora sejam relativamente comuns em substratos consolidados, como rochas, seixos, corais, conchas e algas, sendo comensais de muitas espécies de invertebrados, como esponjas, poliquetas, sipuncúlidos. São frequentemente encontrados dentro dos tubos e galerias de seus hospedeiros. Eles são muito parecidos com alguns briozoários e hidrozoários pelo aspecto geral e hábito. Os indivíduos são formados basicamente por uma região distal superior, denominada cálice e que possui uma coroa de tentáculos ciliados, e uma haste denominada pedúnculo, na qual o cálice é sustentado; o pedúnculo pode ser preso diretamente ao substrato através de uma estrutura dilatada, denominada pé e característico das espécies solitárias, ou através de estolões nas espécies coloniais.

Entoprocto

Os Entoprocta (=Kamptozoa) compreendem um filo de animais invertebrados sésseis, coloniais ou solitários, um dos grupos menos conhecidos do Reino animal e de posição filogenética obscura e controversa. Cerca de 180 espécies foram descritas mundialmente. Pequenos, transparentes e de hábitos crípticos, os entoproctos passam geralmente despercebidos, embora sejam relativamente comuns em substratos consolidados, como rochas, seixos, corais, conchas e algas, sendo comensais de muitas espécies de invertebrados, como esponjas, poliquetas, sipuncúlidos. São frequentemente encontrados dentro dos tubos e galerias de seus hospedeiros. Eles são muito parecidos com alguns briozoários e hidrozoários pelo aspecto geral e hábito. Os indivíduos são formados basicamente por uma região distal superior, denominada cálice e que possui uma coroa de tentáculos ciliados, e uma haste denominada pedúnculo, na qual o cálice é sustentado; o pedúnculo pode ser preso diretamente ao substrato através de uma estrutura dilatada, denominada pé e característico das espécies solitárias, ou através de estolões nas espécies coloniais.

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Pedicellina cernua
Tamanho: 0,1 - 1,0 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: campo escuro, cebimar-usp, adulto, bentônico, epibionte, costão rochoso
Microcrustáceo em vista ventral
Microcrustáceo em vista ventral
O microcrustáceo Kalliapseudes, um tanaidáceo abundante no Araçá e que comumente ocorre em estuários e planícies de marés areno-lamosas da região Sudeste-Sul do Brasil, constrói galerias no substrato e se alimenta de material particulado trazido pelo fluxo de água.

Microcrustáceo em vista ventral

O microcrustáceo Kalliapseudes, um tanaidáceo abundante no Araçá e que comumente ocorre em estuários e planícies de marés areno-lamosas da região Sudeste-Sul do Brasil, constrói galerias no substrato e se alimenta de material particulado trazido pelo fluxo de água.

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Kalliapseudes schubarti
Tamanho: 1,0 - 10 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: entremarés, macrofotografia, cebimar-usp, bentônico, macrofauna, substrato inconsolidado
Poliqueta
Poliqueta
.

Poliqueta

.

Autor: Alvaro E. Migotto
Táxon: Chaetopterus
Tamanho: 10 - 100 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: entremarés, macrofotografia, cebimar-usp, adulto, bentônico, macrofauna, substrato inconsolidado
Poliqueta silídeo
Poliqueta silídeo
.

Poliqueta silídeo

.

Autores: Alvaro E. Migotto, Maikon Di Domenico
Táxon: Syllidae
Tamanho: 0,1 - 1,0 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: entremarés, campo escuro, cebimar-usp, bentônico, substrato inconsolidado, meiofauna
Poliqueta silídeo
Poliqueta silídeo
.

Poliqueta silídeo

.

Autores: Alvaro E. Migotto, Maikon Di Domenico
Táxon: Eurinaceusyllis subterranea
Tamanho: 0,1 - 1,0 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: dic, entremarés, cebimar-usp, bentônico, substrato inconsolidado, meiofauna
Quinorrinco
Quinorrinco
.

Quinorrinco

.

Autores: Alvaro E. Migotto, Fabiane Gallucci, Gustavo Fonseca, Maikon Di Domenico
Táxon: Kinorhyncha
Tamanho: 0,1 - 1,0 mm
Local: Baía do Araçá, São Sebastião, SP, Brasil
Marcadores: entremarés, cebimar-usp, bentônico, substrato inconsolidado, meiofauna

Baía do Araçá

<p>Inserida em uma das mais belas e turísticas regiões litorâneas do país – o Litoral Norte do Estado de São Paulo –, a Baía do Araçá (São Sebastião, SP), além de conter remanescentes de manguezal e de abrigar alta diversidade biológica, é também um verdadeiro laboratório a céu aberto e um importante reduto de catadores de moluscos e pescadores artesanais.</p> <p>Considerada área natural de expansão do porto, por pouco o Araçá não desapareceu da paisagem de São Sebastião. Em 1987, o aterro da baía, previsto no plano diretor do porto, foi evitado por pressão de ambientalistas e da comunidade científica. Um ano depois, a baía foi secionada por uma desastrosa dragagem para assentamento de um emissário submarino da SABESP, o que provocou danos ecológicos profundos: destruição de habitats e mortandade de organismos. Há vinte anos, o esgoto gerado na região central do município é despejado nas proximidades do Araçá por meio desse emissário que, curiosamente, permanece sem licenciamento ambiental. A tudo isso soma-se a urbanização desordenada, que se encarrega de descaracterizar suas margens e despejar mais lixo e esgoto. Por fim, em 2008, a intenção de aterrar o restante da Baía do Araçá foi anunciada novamente, desta vez no Plano de Desenvolvimento do Porto de São Sebastião, gerido pela Companhia Docas.</p> <p>Contudo, este aparente futuro lúgubre não poderia ser mais impróprio. Apesar de poluído e empobrecido, o Araçá insiste em dar mostras de vitalidade. Espécies marinhas que haviam desaparecido em conseqüência da dragagem reapareceram anos após o crime ecológico impune. Garças e colhereiros são vistos com mais freqüência nas águas rasas e lamacentas da baía.</p> <p>Embora longe da condição prístina que em parte motivou a criação do CEBIMar na década de 1950, o Araçá continua objeto de estudo e ensino. É um dos mais peculiares ambientes marinhos do litoral – um dos poucos manguezais do canal, onde vivem organismos raramente representados em outros locais. São 733 espécies registradas para a área das quais 34 foram descritas como novas para a ciência; muitas ainda não foram encontradas em outras localidades. Na lista ainda existem espécies de poliquetas, equinodermos e hemicordados ameaçadas de extinção. Por ser uma região de mangue, diversas espécies marinhas passam parte de seu ciclo de vida no local como crustáceos e peixes.</p> <p>O Araçá também abriga espécies que servem de recursos naturais como moluscos, camarões e peixes. Pescadores artesanais e catadores de mariscos e siris usufruem da baía nos dias de marés suficientemente baixas e comercializam os produtos em feiras livres, além de consumo próprio.</p> <p>Os dados científicos acumulados em mais de 50 anos de pesquisa e os depoimentos da comunidade revelam o quanto a conservação dessa região representa para a Ciência e para a vida de quem dela depende. Nesse sentido, é inquestionável a necessidade premente de se proteger as espécies que teimam em manter a preciosa riqueza da Baía do Araçá.</p> <p>Com o aterro do Araçá, além de destruir este complexo ecossistema, os danos ecológicos não ficariam restritos à região. A retificação da linha da costa afetará a dinâmica de sedimentação no canal, possivelmente causando assoreamento ou erosão nas praias e costões adjacentes. A possível e desejada relação entre turismo sustentado e ambiente dificilmente floresce em zonas portuárias e industriais. São Sebastião tem a responsabilidade de manter íntegro o frágil patrimônio ambiental sob sua tutela, para usufruto desta e das gerações futuras.</p>

Referências

2011 Felipelli T. Para Cetesb e prefeito de São Sebastião, Mangue do Araçá pode estar morto; ambientalistas apontam ao contrário. Imprensa Livre, url:http://www.imprensalivre.com.br/extras/top_impressao.php?edit=3&id=37874
2010 Amaral ACZ, Migotto AE, Turra A, Schaeffer-Novelli Y. Araçá: biodiversidade, impactos e ameaças. Biota Neotropica, 10(1): 219-264, url:http://www.scielo.br/pdf/bn/v10n1/a22v10n1.pdf